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The best influencer marketing advice never comes from a report
Think about the last thing that got you fired up about your job this year. Odds are it didn't come from a report. It came from someone who does the job, saying what happened when they tried it.
So we've filled a day with people like that.
Maya Shaff, ŌURA. Leah Walker, Adobe. Georgia Humphries, Stanley 1913. Enara Roy, Halfday. Tyler Vaught, Edelman. Josh Rangel, Ogilvy. Sarah Whittle, ex-Crocs and Duolingo.
And that's just the first wave of speakers.
Return on Influence Festival '26 is a free, virtual day dedicated to influencer marketing. Like any good festival, there are stages. But no mud, no queues, and absolutely no porta-potties.
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O CEO da Perplexity, uma das empresas mais relevantes do mundo de inteligência artificial hoje, disse recentemente numa entrevista que já pensa no tipo de mercado de trabalho que suas três filhas pequenas vão encontrar quando crescerem.
E o motivo da preocupação não é o que a maioria imagina.
Não é que a IA vá substituir todo mundo de uma vez. É que ela já está apagando o primeiro degrau da escada.
Aquele emprego júnior que você conseguia assim que saía da faculdade, só para colocar em prática o que tinha aprendido, está desaparecendo silenciosamente.
E se isso é verdade para quem está começando, é ainda mais urgente para quem já construiu uma carreira, um negócio, uma reputação.
Porque a pergunta que fica não é "a IA vai me substituir". A pergunta certa é: no que exatamente eu ainda sou insubstituível?
Essa é a pergunta que sustenta tudo o que eu ensino dentro do Market ID, e é também a pergunta que essa entrevista, sem querer, acabou respondendo com muita precisão.

O erro de achar que a ferramenta é a competência
Toda semana eu vejo a mesma cena se repetir. Alguém aprende a mexer numa ferramenta de automação, num software novo, num modelo de IA que promete resolver tudo, e acha que resolveu o problema inteiro.
Meses depois, percebe que a ferramenta era só uma fração pequena da equação.
Isso não é um problema recente. É o mesmo erro que profissionais cometem há décadas quando confundem técnica com posicionamento.
Você pode ser o melhor advogado, o melhor consultor, o melhor terapeuta tecnicamente falando, e ainda assim ser tratado como commodity, porque o mercado não enxerga diferença nenhuma entre você e o profissional ao lado que cobra a metade do preço.
A IA só acelerou um problema que já existia. Ela deixou ainda mais óbvio que dominar uma ferramenta nunca foi o que separava quem prospera de quem fica estagnado.
O que separa é outra coisa, e o executivo da Perplexity resumiu isso em três habilidades que, coincidência ou não, são exatamente os três pilares que eu trabalho com quem passa pela mentoria Market ID.

1. Pensar como dono do resultado, não como executor da tarefa
A primeira habilidade é simples de entender e difícil de praticar: parar de pensar como alguém que cumpre um script e começar a pensar como alguém que é dono do resultado final.
Enquanto a IA fica cada vez melhor em seguir instruções passo a passo, ela continua dependendo de alguém para decidir qual é o objetivo real.
Um atendente que só segue um roteiro padrão é facilmente substituível, por IA ou por qualquer pessoa mais barata.
Mas um profissional que entende que sua função é fazer o cliente ficar satisfeito e voltar a comprar, esse usa a ferramenta a favor do resultado, e não como substituto do próprio raciocínio.
É exatamente essa a diferença que trabalho com meus mentorados quando falamos de hierarquia de interesses.
A maioria dos profissionais de serviço se posiciona pela tarefa que entrega. "Eu faço social media." "Eu presto consultoria financeira." "Eu sou personal trainer."
Mas quem entende que o mercado paga por resultado, não por tarefa, muda completamente a forma como se apresenta, precifica e se comunica.
Dono do resultado não é cargo. É postura. E postura não se automatiza.
Pensa numa mentorada minha que presta consultoria de gestão financeira para pequenas empresas.
Antes de trabalhar posicionamento, ela se apresentava como quem "organiza planilhas e fluxo de caixa". Tarefa. Qualquer sistema, qualquer estagiário, qualquer IA bem treinada faz isso hoje.
Depois de entender a hierarquia de interesses do próprio cliente, ela passou a se apresentar como quem "tira o empresário da ansiedade de não saber se vai fechar o mês no azul".
Resultado. A tarefa continua sendo a mesma planilha, mas o mercado paga um preço completamente diferente por quem entrega o resultado e não apenas a execução.
2. Direção criativa: saber o que pedir, não só como pedir
A segunda habilidade é ainda mais reveladora do que parece à primeira vista.
A maioria das pessoas está correndo atrás de aprender o comando certo, o prompt perfeito, o botão que resolve.
O problema é que isso vira commodity rápido demais.
A cada semana surge um modelo novo, uma ferramenta nova que faz a mesma coisa de um jeito diferente, e quem apostou só em dominar a ferramenta do momento vai estar sempre correndo atrás da próxima atualização.
O que não perde valor é saber decidir o que vale a pena, independente da ferramenta. A IA executa. O humano decide o que precisa ser executado.
A IA vai ficar cada vez mais barata e mais fácil de usar. A diferença nunca vai estar na ferramenta que você usa, mas em quem é você enquanto trabalha com ela.
Pensa num diretor de cinema. Ele não precisa saber operar cada câmera do set, mas precisa saber exatamente o que vai ter na cena, o que quer contar com ela e como a história se desenvolve.
Esse é o papel de quem tem repertório e critério, e não conhecimento técnico isolado.
É por isso que dentro do Market ID a gente não trabalha só a entrega, trabalha a metodologia própria.
Quando você nomeia o seu jeito de fazer, quando você tem um método com identidade própria, você deixa de competir por quem executa mais rápido ou mais barato e passa a competir por critério, por visão, por direção.
Isso é posicionamento. E posicionamento é justamente a habilidade de saber para onde apontar qualquer ferramenta, inclusive a IA.

3. Construir relacionamento humano de verdade
A terceira habilidade é a que menos gente enxerga como habilidade, porque parece óbvia demais para ser levada a sério.
Confiança, empatia e reciprocidade construídos ao longo do tempo. Isso, segundo o próprio executivo, é o que a inteligência artificial não vai replicar, por mais avançada que fique.
Ele conta o caso de um produto de vídeo gerado por IA, lançado por uma das maiores empresas do setor, tecnicamente impressionante, que simplesmente não decolou como esperado.
A explicação foi direta: as pessoas se interessam por outras pessoas, não pelo conteúdo em si.
Um freelancer que entrega o mesmo relatório automatizado que qualquer outro entrega não tem diferencial nenhum.
Mas um profissional que constrói confiança com o cliente ao longo dos meses, que entende o contexto do negócio, que entende a estrutura do que está sendo oferecido, esse continua indispensável.
Não porque a ferramenta dele é melhor, mas porque a conexão que ele construiu não tem substituto.
Essa é literalmente a base do trabalho de identidade de mercado que eu desenvolvo com quem segue na minha mentoria.
Não existe posicionamento forte sem confiança construída.
Você pode ter a oferta mais sofisticada do mercado, mas se ninguém confia em você o suficiente para comprar, a oferta não vale nada.
A percepção que o mercado tem de você é o ativo mais caro que você possui, e ela se constrói exatamente da forma como esse executivo descreveu: com tempo, contexto e reciprocidade real.
Isso conecta diretamente com algo que eu falo bastante para quem participa comigo de grupos de networking, como o BNI ou o Rotary.
Relacionamento não é uma lista de contatos que você acumula, é uma rede de reciprocidade que você cultiva.
As pessoas que mais crescem dentro desses ambientes não são as que mais distribuem cartão de visita, são as que se tornam referência de confiança para um número pequeno de pessoas que, por sua vez, indicam essa confiança adiante.
Isso é exatamente o oposto de uma commodity. É um ativo que só existe porque foi construído por um humano, com outro humano, ao longo do tempo.
Nenhum modelo de IA, por mais sofisticado que fique, consegue simular anos de reciprocidade real.

Nenhuma dessas habilidades vem em curso de ferramenta
Repare numa coisa. Nenhuma das três habilidades aparece em curso de ferramenta, tutorial de prompt ou certificação de inteligência artificial.
Pensar como dono, saber para onde direcionar e construir confiança de verdade são coisas que só se desenvolvem trabalhando, errando e ajustando na prática.
Nenhuma atualização de modelo vai ensinar isso para você. E é exatamente por isso que elas não ficam obsoletas.
Enquanto ferramentas vêm e vão, essas três habilidades seguem sendo o que sustenta uma carreira, um negócio, uma reputação, independente de qual tecnologia está na moda naquele ano.
Quem investe tempo nelas consegue se manter relevante pelos próximos dez anos, não porque domina mais ferramentas do que os outros, mas porque parou de competir nesse território.
É esse o deslocamento que o Market ID existe para provocar: tirar você da corrida por preço e técnica e colocar você na única corrida que realmente importa, a de ser reconhecido como referência dentro do seu mercado.
A ferramenta vai continuar ficando mais barata e mais acessível. Isso é inevitável e não depende de você.
O que depende de você é decidir, agora, se vai continuar competindo pelo degrau que está desaparecendo ou se vai construir a identidade que nenhuma atualização de modelo consegue copiar.
Qual dessas três habilidades você sente que ainda precisa desenvolver na sua área?
Responde esse email ou me conta nos comentários do Instagram @luizfernandocarvalhorj e no YouTube @insidemarketid, onde eu aprofundo esse tema toda semana.
Se você sente que está competindo pelo degrau errado e quer construir uma identidade de mercado que a IA não alcança, é exatamente isso que a gente trabalha dentro da mentoria Market ID. Fale comigo e entenda como funciona.

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