Patrocinado por… ⤵
Blu Dot surpasses 2,000% ROAS with self-serve CTV ads
Home furniture brand Blu Dot blew up on CTV with help from Roku Ads Manager. Here’s how:
After a test campaign reached 211,000 households and achieved 1,010% ROAS, the brand went all in to promote its annual sales event. It removed age and income constraints to expand reach and shifted budget to custom audiences and retargeting, where intent was strongest.
The results speak for themselves. As Blu Dot increased their investment by 10x, ROAS jumped to 2,308% and more page-view conversions surpassed 50,000.
“For CTV campaigns, Roku has been a top performer,” said Claire Folkestad, Paid Media Strategist, Blu Dot. “Comping to our other platforms, we have seen really strong ROAS… and highly efficient CPMs, lower than any other CTV partner we've worked with.”
Using Roku Ads Manager, the campaign moved from a pilot to a permanent performance engine for the brand.

Existe uma regra que quase todo profissional de serviço aprendeu nos últimos anos e repete sem questionar: para vender, é preciso cutucar a dor do cliente.
Encontrar o desejo escondido, apertar o botão emocional certo, e a venda acontece quase sozinha.
Eu quero te propor um incômodo.
Essa regra, do jeito que é aplicada na maioria dos perfis, funciona como uma roleta. E quem joga roleta, em algum momento, descobre que a casa foi desenhada para ganhar.

A aposta que ninguém admite
Pensa no processo real.
Você identifica uma dor do seu público. Escreve um post sobre ela. Publica. E fica olhando, torcendo para dar certo.
É exatamente o gesto de quem coloca a ficha no 22 preto, vê a bolinha girar e repete na cabeça: vai cair, vai cair, vai cair.
E na maior parte das vezes, não cai.
O motivo é menos óbvio do que parece. Mesmo quando você acerta a dor, você acerta pessoas que estão em momentos completamente diferentes da própria vida.
Alguém pode estar sentindo exatamente o que você descreveu e, ainda assim, estar a anos de distância de resolver aquilo.
Essa pessoa lê, concorda, talvez marque uma amiga, e segue o dia. O post refletiu, mas não conectou.
O post funcionou como espelho, mas não como ponte.
A taxa de erro dessa estratégia sempre foi maior do que a taxa de acerto.
Quem vive de conteúdo percebe isso rápido, mas raramente fala em voz alta, porque admitir significa questionar todo o método que se aprendeu.
Eu vejo isso quase toda semana nas sessões de mentoria.
O profissional chega com um feed cheio de posts sobre a dor do cliente, bem escritos, até com bom engajamento, e uma agenda vazia.
Ele me mostra os números com certa confusão: as pessoas curtem, comentam "é exatamente isso", mas ninguém chama no direct para contratar.
O conteúdo está acertando o sentimento e errando o momento, e ninguém ensinou a ele a diferença entre os dois.
Acertar a dor não adianta se a pessoa não está no momento de resolver.

O argumento do "mas fulano vende muito"
Todo mundo conhece alguém que produz conteúdo de dor e desejo o dia inteiro e vende muito. O argumento aparece sempre: se funciona para ele, funciona para mim.
Vale fazer uma pergunta honesta sobre esse caso. Quantos posts essa pessoa já publicou? Mil? Cinco mil?
Tem gente com dezenas de milhares de conteúdos no ar. Quem roda a roleta trinta mil vezes, uma hora acerta.
Não por mérito da fórmula, mas por pura probabilidade somada a uma enorme tolerância a erro.
A pergunta que importa é outra: você tem trinta mil fichas para gastar?
Tempo, energia, orçamento de anúncio e paciência emocional para publicar, errar e continuar publicando?
A maioria dos profissionais de serviço que me procura não tem.
Tem agenda cheia, clientes para atender, uma operação para tocar e, no máximo, algumas horas por semana para comunicar.
Para esse perfil, uma estratégia que depende de volume infinito é uma estratégia errada, por definição.
Uma estratégia que depende de volume infinito é uma estratégia errada, por definição.

O upgrade que ainda não resolve
Quem estuda um pouco mais acaba esbarrando nos níveis de consciência do público: a pessoa que nem sabe que tem o problema, a que sabe do problema, mas não conhece soluções, a que conhece soluções, mas não conhece a sua, e assim por diante.
É um avanço real sobre o conteúdo de dor pura. Pelo menos você para de atirar para todos os lados.
Só que existe uma limitação silenciosa aí também. Consciência é uma coisa. Momento é outra.
Imagina alguém que entende profundamente de saúde física, conhece anatomia, biomecânica, treino, nutrição. O nível de consciência dessa pessoa sobre o assunto é altíssimo.
Agora imagina que, num domingo qualquer, ela está rolando o feed e aparece um anúncio de academia. O que acontece? Ela passa reto.
Não é ignorância, não é desinteresse, não é falta de informação. É que, naquela semana, naquela fase da vida, ela simplesmente não está em busca disso.
Isso é o que acontece com o seu cliente toda vez que você investe em acertar a dor com precisão cirúrgica.
Se ele não está no momento, a precisão do seu texto vira só um texto bem escrito. Ele entende, concorda e continua exatamente onde estava.
Se ele não está no momento, a precisão do seu texto vira só um texto bem escrito.

Tempo de compra, não só tema de conteúdo
A virada de chave acontece quando você para de perguntar apenas "sobre qual dor eu falo?" e passa a perguntar também "em que momento de decisão essa pessoa está agora?".
Existe uma diferença enorme entre quem está começando a perceber que algo não vai bem, quem já está comparando alternativas, quem já decidiu que vai contratar alguém e quem está só escolhendo entre dois ou três nomes.
Cada uma dessas pessoas precisa ouvir uma coisa completamente diferente de você.
Para a primeira, uma provocação que organize o que ela sente. Para a segunda, critérios claros de escolha. Para a terceira, prova de que o seu método funciona. Para a quarta, segurança para dar o próximo passo.
Quando todo o seu conteúdo fala com a mesma pessoa genérica, sentindo a mesma dor genérica, você acaba conversando com ninguém em particular.
E quando você passa a desenhar mensagens para cada momento, algo curioso acontece: você deixa de depender de volume.
Não precisa mais de dezenas de milhares de posts, precisa de clareza sobre quem está na sua frente.
Esse conteúdo talvez não viralize. Talvez não gere números bonitos de curtida e compartilhamento. Mas traz a pessoa certa, aquela que estava esperando exatamente aquilo para dar o próximo passo.
Não precisa de dezenas de milhares de posts. Precisa de clareza sobre quem está na sua frente.
Tive uma mentorada, advogada de família, que publicava toda semana sobre o sofrimento de quem enfrenta um divórcio.
Os posts eram sensíveis, bem escritos, e rendiam muitas mensagens de apoio. Só que quase nenhuma dessas mensagens virava consulta.
Quando mapeamos o momento de quem a procurava, descobrimos que a maioria estava no início do processo emocional, ainda sem decidir se ia mesmo se separar.
A decisão de contratar só vinha depois.
Mudamos o conteúdo para falar com quem já tinha decidido e queria entender o que esperar do processo, quais documentos separar, como proteger o patrimônio.
O alcance caiu.
As consultas agendadas, não: subiram, porque a mensagem passou a encontrar a pessoa no minuto em que ela precisava de uma advogada.

A fórmula que todo mundo repete sem entender
Existe uma armadilha que acompanha qualquer método que funciona uma vez: a replicação sem princípio.
Muita gente aprende uma fórmula de post de dor, aplica, vê um resultado qualquer e passa a vender aquela fórmula como se fosse uma lei.
Não entende por que funcionou, não sabe em que condições vai falhar, só repete o gesto até a próxima vez que der certo.
O profissional que entende o princípio por trás da técnica não precisa da fórmula.
Ele consegue adaptar a mensagem para qualquer contexto, porque sabe o que está tentando provocar na cabeça de quem lê.
É a diferença entre decorar uma receita e entender de cozinha.
É a diferença entre decorar uma receita e entender de cozinha.
Isso conversa diretamente com o que trabalho dentro da mentoria Market ID.
Posicionamento não é técnica de post. É a clareza sobre quem você atende, o que você resolve de um jeito que ninguém mais resolve, e em que momento a sua solução faz sentido na vida de quem te procura.
Quando essa clareza existe, o conteúdo deixa de ser uma aposta e vira consequência.
A metodologia proprietária que você constrói não serve só para te diferenciar do concorrente, serve também para filtrar quem está pronto de quem ainda está longe.
O que acontece quando você para de jogar
Existe um alívio estranho quando um profissional abandona a lógica da roleta.
A pressão por viralizar diminui. A ansiedade de publicar todo dia para não perder o algoritmo diminui. O foco passa de "quantas pessoas viram" para "quantas pessoas certas avançaram".
Isso muda também a conversa comercial.
Quando o conteúdo traz gente que já está no momento de decidir, a venda deixa de ser um esforço de convencimento.
A pessoa chega com a objeção já respondida, com a dúvida já organizada, esperando só a confirmação de que você é a escolha segura.
E é exatamente aí que o preço premium se sustenta, porque quem chega nesse ponto não está comparando valores, está comparando confiança.
Quem chega pronto não está comparando valores. Está comparando confiança.
Faz uma auditoria rápida do seu último mês de publicações.
Quantas delas falavam com alguém que está pronto para resolver, e quantas falavam com alguém que apenas se identificou com a dor?
Se a segunda resposta for muito maior que a primeira, você provavelmente está girando a roleta sem perceber.
A gente ensina para a mente, mas é o momento certo que faz o coração decidir.
E acertar o momento exige menos fichas do que a maioria imagina.
Qual foi a última vez que você publicou algo pensando em quem já está pronto para comprar, e não apenas em quem se identifica com o problema?
Me conta comentando no Instagram @luizfernandocarvalhorj ou no YouTube @insidemarketid, onde eu aprofundo esse tema toda semana.
Se você sente que está produzindo conteúdo demais e atraindo clientes de menos, é exatamente esse ajuste de clareza e de posicionamento que a gente faz juntos na mentoria Market ID. Fale comigo e entenda como funciona.

Como você avalia a edição da newsletter hoje?
Fazer login ou Inscrever-se participar


