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How Jennifer Aniston’s LolaVie brand grew sales 40% with CTV ads

For its first CTV campaign, Jennifer Aniston’s DTC haircare brand LolaVie had a few non-negotiables. The campaign had to be simple. It had to demonstrate measurable impact. And it had to be full-funnel.

LolaVie used Roku Ads Manager to test and optimize creatives — reaching millions of potential customers at all stages of their purchase journeys. Roku Ads Manager helped the brand convey LolaVie’s playful voice while helping drive omnichannel sales across both ecommerce and retail touchpoints.

The campaign included an Action Ad overlay that let viewers shop directly from their TVs by clicking OK on their Roku remote. This guided them to the website to buy LolaVie products.

Discover how Roku Ads Manager helped LolaVie drive big sales and customer growth with self-serve TV ads.

The DTC beauty category is crowded. To break through, Jennifer Aniston’s brand LolaVie, worked with Roku Ads Manager to easily set up, test, and optimize CTV ad creatives. The campaign helped drive a big lift in sales and customer growth, helping LolaVie break through in the crowded beauty category.

Tem uma palavra que virou quase um trauma social para muita gente: networking.

Só de ouvir, já vem a imagem do coffee break constrangedor, do elevador incômodo, daquela sensação de que se relacionar profissionalmente é um jogo artificial de fingir interesse por pessoas que você mal conhece.

Só que essa definição está errada desde a raiz.

E entender o motivo disso muda completamente a forma como você constrói relações que realmente abrem portas.

Networking não é sobre conhecer gente. É sobre trocar utilidade

Reduzir a complexidade das relações profissionais a "conhecer pessoas" é o primeiro erro.

A base de qualquer relação que realmente sustenta uma trajetória profissional não é o número de contatos acumulados, é a reciprocidade genuína entre pessoas que têm algo de valor real para oferecer uma à outra.

Isso não é sobre interesse no sentido raso da palavra.

É sobre reconhecer que toda relação saudável, seja profissional, familiar ou afetiva, se sustenta porque as duas partes ganham algo com ela.

Ninguém mantém por perto, de forma consistente, alguém que não agrega absolutamente nada à própria vida.

Isso não faz de ninguém uma pessoa calculista ou desonesta. Faz apenas de todo mundo, humano.

A troca de favores é tão antiga quanto a própria civilização. Sem essa reciprocidade, a sociedade simplesmente não teria evoluído do jeito que evoluiu.

O erro de quem trava no networking geralmente não é falta de simpatia.

É a ausência de algo específico, próprio, singular, para colocar na mesa dessa troca.

E é exatamente aqui que o problema do networking se revela, na verdade, um problema de posicionamento.

O motivo pelo qual ser genérico te deixa invisível

Quanto mais genérico você é, menos espaço você tem para ser notado por quem você admira, e menos motivo qualquer pessoa tem para investir tempo numa relação com você.

Isso parece óbvio quando dito assim, mas é surpreendente quantas pessoas tentam construir uma rede de contatos relevante sem antes ter respondido a uma pergunta anterior: o que exatamente eu tenho de único para oferecer a essa relação?

Pessoas que já alcançaram algum nível de resultado e reconhecimento não têm falta de gente competente ao redor.

O que costuma faltar é alguém com uma combinação específica de habilidades, perspectiva ou repertório que complemente algo que elas ainda não têm.

E é justamente essa singularidade, não a quantidade de esforço social investido, que determina se você entra ou não em círculos mais seletos.

Quem investe todo o esforço em ser mais simpático, mais disponível, mais presente, sem nunca desenvolver algo que o torne especificamente valioso, está otimizando a parte errada da equação.

Simpatia abre a porta. Utilidade específica é o que garante que você continue do lado de dentro dela.

A dupla que se completa em vez de competir com a própria limitação

Existe um jeito prático de entender isso: em vez de tentar ser bom em tudo, é mais inteligente reconhecer com clareza as próprias limitações e buscar quem complementa exatamente aquilo que falta.

Uma pessoa criativa, mas desorganizada com processos, ganha muito mais se juntar forças com alguém rigoroso em gestão do que tentando, sozinha, se tornar boa em algo que nunca vai ser seu ponto forte.

Esse tipo de parceria, baseada em competências complementares e não em competição direta, é o modelo mais saudável e mais produtivo de relação profissional que existe.

E ele só funciona quando cada lado sabe exatamente qual é a sua própria contribuição singular para a soma.

Quem não sabe dizer, com clareza, o que oferece de diferente numa parceria, tende a se tornar dispensável dentro dela, porque qualquer outra pessoa poderia ocupar aquele mesmo espaço genérico sem prejuízo nenhum.

Isso é posicionamento aplicado a relações, não apenas a mercado consumidor.

A pergunta que constrói uma boa parceria é a mesma que constrói uma boa identidade de mercado: o que eu trago que não seria trivial substituir?

A reputação é o juro composto do networking

Existe uma dimensão do networking que raramente aparece em conversas sobre o tema: o efeito acumulado da reputação ao longo do tempo.

Cada interação que você tem, cada forma como trata quem está numa posição de poder e quem não está, cada pequena entrega feita com ou sem excelência, vai construindo, silenciosamente, uma percepção coletiva sobre quem você é.

Essa percepção funciona como um juro composto.

No curto prazo, parece irrelevante se você tratou bem ou mal uma pessoa específica numa situação isolada.

No longo prazo, esse conjunto de pequenas interações se transforma na sua reputação de mercado, aquilo que as pessoas dizem sobre você quando você não está na sala.

E é essa reputação, construída ao longo de anos, que determina se as portas se abrem com facilidade ou se cada oportunidade precisa ser conquistada do zero, sem nenhum crédito acumulado a seu favor.

Isso reforça por que tentar tirar vantagem de alguém numa negociação pontual, ou tratar mal quem parece não ter poder imediato sobre você, é uma péssima estratégia de longo prazo, mesmo quando parece vantajosa no curto prazo.

O mercado é, no fim das contas, um ambiente pequeno demais para que essas atitudes passem despercebidas para sempre.

Onde você ancora o seu valor muda tudo

Uma decisão silenciosa, mas poderosa, que separa quem constrói relações duradouras de quem vive numa insegurança social constante, é onde cada pessoa ancora o próprio valor.

Quem ancora a autoestima em bens materiais, status ou aparência vive numa corrida sem fim, sempre precisando acumular mais para sustentar a mesma sensação de valor.

Quem ancora o próprio valor em princípios como ser útil, ser educado, entregar excelência de forma consistente, constrói algo que não depende de validação externa constante, e que, ironicamente, atrai muito mais esse tipo de validação como consequência.

Isso importa para networking porque quem ancora o valor em coisas frágeis tende a agir de forma mais ansiosa e mais calculista nas relações, o que os outros percebem, mesmo sem conseguir nomear exatamente o que sentem de estranho.

Quem ancora o valor em princípios sólidos tende a se relacionar de um jeito mais leve, mais genuíno, e paradoxalmente mais atraente para quem está do outro lado.

Ser útil, não subserviente

Existe uma linha fina, e importante, entre ser agradável e ser subserviente.

Buscar aproximação de alguém que você admira tratando essa pessoa como uma espécie de ídolo inatingível, com postura quase de fã, tem o efeito oposto ao desejado.

Em vez de gerar admiração, gera desconforto e infantiliza quem está se posicionando dessa forma.

O caminho mais eficaz é o oposto: chegar como alguém que também tem algo a acrescentar à conversa, mesmo que pouco, mesmo que ainda em construção.

Fazer perguntas boas, contribuir com observações pontuais e relevantes, demonstrar interesse genuíno em aprender sem parecer desesperado por aprovação.

Essa postura comunica, sem precisar dizer isso explicitamente, que você se vê como alguém que também tem valor a trocar, não como alguém que está ali apenas para receber.

Alimente os interesses da pessoa que você admira, e ela vai naturalmente querer manter você por perto. Isso não é manipulação, é reconhecer como as relações humanas realmente funcionam.

Essa dinâmica de dar antes de pedir, de se tornar útil antes de esperar reciprocidade, é o que separa quem constrói uma rede de relações genuína de quem apenas acumula contatos superficiais que nunca se convertem em nada.

O trabalho que precede qualquer relação

No fim, toda essa reflexão sobre networking desemboca no mesmo ponto de partida de qualquer identidade de mercado sólida: antes de sair atrás de conexões, é preciso ter clareza sobre o que você especificamente tem para oferecer que outras pessoas, no mesmo espaço, não têm.

Sem essa clareza, qualquer esforço de relacionamento vira apenas mais uma tentativa de agradar, sem nada de substancial sustentando aquela aproximação.

Isso não significa que simpatia, gentileza e presença não importem.

Importam, e muito, como pré-requisito. Mas pré-requisito não é diferencial. Ser agradável coloca você na sala.

Ter algo específico para oferecer é o que garante que alguém queira mantê-lo nela, e mais do que isso, queira retribuir essa presença com oportunidades reais.

Dentro da Market ID, esse é exatamente o ponto de partida de qualquer trabalho de posicionamento: descobrir e nomear aquilo que você tem de único, para que, quando chegar a hora de se relacionar, negociar ou se apresentar, você tenha clareza sobre o que está colocando na mesa, em vez de depender apenas de simpatia para sustentar a relação.

Pensando nas pessoas que você mais admira e gostaria de se aproximar profissionalmente: o que você tem de específico, hoje, para oferecer a essa relação?

Se a resposta não veio fácil, talvez o próximo passo não seja network, seja clareza sobre o próprio valor.

E vale voltar a essa pergunta periodicamente, porque o que você tem a oferecer muda conforme seu repertório cresce, e uma resposta que não existia há um ano pode estar bem mais próxima do que você imagina hoje.

Se quiser ajuda para descobrir e nomear esse diferencial, é isso que trabalhamos dentro da Market ID.

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