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Era uma segunda-feira comum.

Ainda cedo.

A cidade estava começando a acordar enquanto Marcelo já estava no escritório, com uma xícara de café na mão e o notebook aberto na mesa.

Ele tinha esse hábito.

Antes de começar o dia de trabalho, gostava de revisar algumas coisas do negócio.

E naquela manhã decidiu fazer algo simples.

Abriu o Google.

Digitou o tipo de serviço que sua empresa prestava.

Nada muito elaborado.

Apenas as palavras que imaginava que um cliente usaria ao procurar alguém como ele.

Apertou enter.

Os resultados apareceram na tela.

Dez empresas.

Algumas conhecidas.

Outras nem tanto.

Marcelo começou a abrir os sites.

Primeiro concorrente.

Promessa forte.

Texto elegante.

Serviços bem descritos.

Ele fechou a aba.

Abriu o segundo.

Algo curioso aconteceu.

Parecia… muito parecido.

Mesma estrutura.

Mesma promessa.

Mesmo tipo de discurso.

Ele abriu o terceiro.

Depois o quarto.

Depois o quinto.

Em menos de cinco minutos uma sensação estranha começou a crescer.

Se alguém removesse os nomes das empresas daqueles sites…

seria quase impossível saber qual era qual.

Marcelo encostou na cadeira e ficou olhando para a tela.

Porque pela primeira vez ele estava olhando para o próprio mercado com os olhos de um cliente.

E o que ele estava vendo não era exatamente animador.

Todas as empresas diziam praticamente a mesma coisa.

Todas prometiam qualidade.

Todas prometiam experiência.

Todas prometiam resultados.

Mas nenhuma parecia realmente diferente.

Ele então abriu o site da própria empresa.

Leu a página inicial.

Depois a página de serviços.

Depois a página “sobre”.

E pela primeira vez em muitos anos percebeu algo que nunca tinha reparado.

Se alguém substituísse o nome da empresa dele pelo nome de um concorrente…

aquele texto ainda faria sentido.

Porque, no fundo, ele estava dizendo as mesmas coisas que todo mundo dizia.

Alguns minutos depois o telefone tocou.

Era um cliente antigo.

Conversaram rapidamente sobre um projeto.

Antes de desligar, o cliente comentou algo que fez Marcelo prestar mais atenção.

— “Estávamos avaliando algumas empresas antes de falar com vocês.”

Marcelo perguntou, curioso:

— “E o que fez vocês escolherem a gente na época?”

O cliente pensou por alguns segundos.

— “Para ser sincero… vocês pareciam muito parecidos com outras empresas.”

Marcelo ficou em silêncio.

O cliente continuou.

— “Mas um amigo tinha indicado vocês, então decidimos conversar.”

Marcelo agradeceu a sinceridade.

Desligou.

E ficou olhando para o telefone por alguns segundos.

Porque aquela frase tinha sido dita de forma completamente natural.

Sem crítica.

Sem intenção de ofender.

Mas ela revelava algo importante.

Muito importante.

Durante anos Marcelo acreditou que o principal desafio do mercado era competir com concorrentes melhores.

Mas naquela manhã ele começou a perceber algo diferente.

Talvez o problema não fosse a existência de concorrentes melhores.

Talvez o problema fosse algo muito mais silencioso.

Ser invisível dentro de um mercado cheio de empresas parecidas.

Quando isso acontece, o cliente não tem como perceber diferenças claras.

E quando o cliente não consegue perceber diferenças…

ele precisa decidir com base em alguma outra coisa.

Reputação.

Indicação.

Ou, na maioria das vezes…

preço.

Esse é um dos paradoxos mais comuns no mercado de serviços.

Profissionais experientes.

Empresas competentes.

Equipes qualificadas.

Mas que, aos olhos do cliente, parecem apenas mais uma opção entre várias.

Não porque o trabalho seja ruim.

Mas porque o mercado não consegue enxergar claramente o que torna aquela empresa única.

E quando ninguém consegue enxergar essa diferença…

todas acabam entrando no mesmo jogo.

Comparação.

Orçamento.

Negociação.

Algumas empresas passam anos tentando resolver esse problema aumentando o portfólio.

Outras adicionam mais serviços.

Outras investem em marketing.

Mas continuam enfrentando a mesma situação.

Porque a questão nunca foi apenas ser bom no que faz.

A questão é conseguir ocupar um lugar claro na mente do cliente.

Um lugar onde a empresa deixa de ser comparada…

e começa a ser escolhida.

Nos últimos anos tenho estudado exatamente esse fenômeno.

Por que algumas empresas acabam presas nesse cenário de comparação constante…

enquanto outras conseguem construir uma posição tão clara que praticamente deixam de competir por preço.

Esse estudo acabou dando origem ao que hoje chamo de Market ID.

Um processo para ajudar empresários de serviço a construir uma identidade clara no mercado e sair da invisibilidade competitiva.

Não é sobre marketing.

É sobre como o mercado percebe você.

E quando essa percepção muda…

a dinâmica das vendas muda junto.

Se ao ler essa história você se lembrou de alguma situação parecida que já viveu…

talvez valha explorar isso com mais calma.

Você pode simplesmente responder esse e-mail com a palavra Market.

Eu leio todas as respostas.

E posso te mostrar como esse processo funcionaria no seu caso específico.

Sem compromisso.

Só clareza.

E se quiser acompanhar mais reflexões como essa sobre posicionamento e mercado de serviços, também compartilho algumas ideias no Instagram:

👉 @luizfernandocarvalhorj

Até a próxima reflexão.

Stop babysitting dashboards. Ship from Slack. Touch grass.

700+ teams have Viktor reading their Google Ads every morning.

Your media team opens Slack at 8am. There's a cross-platform brief in #growth: Google Ads spend vs. ROAS, Meta CPA by campaign, Stripe revenue by channel. Viktor posted it at 6am. Nobody asked for it.

Last week, one team's Viktor caught a spend spike at 2am on a broad match campaign and flagged it in Slack: "CPA up 340%. Recommend pausing and shifting budget to the top two performers." That would have burned $3K by morning. The media buyer woke up to a problem already handled.

Your strategist reviews spend trends. Your account manager checks revenue attribution. Same Slack channel, same colleague, before anyone's first coffee.

Google Ads, Meta, Stripe. One message. No Looker, no Data Studio. Anomaly detection runs around the clock. Cross-platform reporting runs on autopilot.

5,700+ teams. SOC 2 certified. Your data never trains models.

"Viktor is now an integral team member, and after weeks of use we still feel we haven't uncovered the full potential." — Patrick O'Doherty, Director, Yarra Web

Luiz Fernando Carvalho

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