How Jennifer Aniston’s LolaVie brand grew sales 40% with CTV ads
For its first CTV campaign, Jennifer Aniston’s DTC haircare brand LolaVie had a few non-negotiables. The campaign had to be simple. It had to demonstrate measurable impact. And it had to be full-funnel.
LolaVie used Roku Ads Manager to test and optimize creatives — reaching millions of potential customers at all stages of their purchase journeys. Roku Ads Manager helped the brand convey LolaVie’s playful voice while helping drive omnichannel sales across both ecommerce and retail touchpoints.
The campaign included an Action Ad overlay that let viewers shop directly from their TVs by clicking OK on their Roku remote. This guided them to the website to buy LolaVie products.
Discover how Roku Ads Manager helped LolaVie drive big sales and customer growth with self-serve TV ads.
The DTC beauty category is crowded. To break through, Jennifer Aniston’s brand LolaVie, worked with Roku Ads Manager to easily set up, test, and optimize CTV ad creatives. The campaign helped drive a big lift in sales and customer growth, helping LolaVie break through in the crowded beauty category.

Perguntei para um profissional que cobra dez mil reais por projeto como ele faz isso.
Ele não é o mais famoso da área. Não tem o diploma mais chique, não é o mais antigo no mercado. Mas é o que mais cobra, e de longe. A resposta que ele me deu ficou na minha cabeça por dias.
Se você presta serviço e vive nessa dúvida, sabe do que estou falando: "eu sei fazer tão bem quanto ele, por que ele cobra cinco vezes mais e eu ainda brigo para não dar desconto?"
Foi exatamente isso que perguntei. E o que ele disse muda a forma como você pensa sobre o problema.
O que ele percebeu que a maioria ignora
Nos primeiros anos, ele cobrava barato, brigava com cliente que pedia desconto, sentia que vivia implorando para fechar contrato.
Toda reunião virava uma negociação de preço, e ele sempre saía perdendo alguma coisa, seja no valor, seja na paciência.
Até que ele entendeu uma coisa incômoda.
Quando um cliente chega até você, ele já tem uma ideia formada na cabeça.
Já decidiu, sem nem perceber, se você é "mais um prestador de serviço" ou "a pessoa certa para resolver aquele problema específico."
E essa decisão acontece antes da reunião, antes da proposta, antes de qualquer negociação.
"Eu achava que o problema era eu não ser bom o suficiente. Só que o problema nunca foi a minha técnica. Era o jeito como as pessoas me enxergavam antes mesmo de eu abrir a boca para falar preço."
Quando você chega numa reunião tentando provar seu valor, você já perdeu.
Você está numa posição de defesa, justificando um preço.
Quando a pessoa já chega sabendo quem você é e o que você resolve, a conversa é outra.
Não é mais sobre convencer. É sobre combinar detalhes.

A primeira mudança que ele fez
Não foi no preço. Foi em como ele descrevia o próprio trabalho quando alguém perguntava "o que você faz?"
Antes, a resposta era sempre a mesma: "eu faço de tudo um pouco." Ele achava que assim não perdia nenhum cliente.
Se aparecia um trabalho grande, topava.
Se aparecia algo fora da área, topava também.
A lógica parecia simples: quanto mais tipos de trabalho aceito, mais chance de fechar alguma coisa.
Só que isso tinha um preço.
Pensa num canivete suíço. Tem faca, tesoura, abridor de garrafa, tudo num objeto só. É útil, mas ninguém paga caro por um canivete suíço, porque ele faz várias coisas mais ou menos bem.
Agora pensa num bisturi. Faz uma coisa só, e faz aquilo com uma precisão que nenhum canivete alcança.
Numa cirurgia, ninguém questiona o preço do bisturi. A pergunta nem existe, porque o bisturi não compete com faca. Compete em outra categoria.
"Parei de ser o canivete e virei o bisturi de um problema específico."
Ele escolheu um problema específico, um só, e passou a falar só disso. Não porque esqueceu de fazer o resto. Continuava sabendo fazer várias coisas. Mas parou de contar isso para todo mundo.
O que aconteceu foi o oposto do que ele temia.
Quanto mais claro ficava sobre o problema específico que resolvia, mais gente exatamente daquele tipo aparecia procurando ele.
E até quem precisava de outra coisa continuava indicando ele para quem tinha aquele problema, porque ficou fácil lembrar dele.
A segunda mudança: dar nome ao que você já faz
Quando o cliente comparava o preço dele com o de um concorrente, ele tentava justificar na hora.
Puxava mais detalhes do trabalho, explicava cada etapa, tentava mostrar que o dele era mais completo.
E percebeu uma coisa incômoda: quanto mais tentava provar que era melhor, mais o cliente comparava item por item com o concorrente.
Ele tinha criado, sem perceber, uma tabela de comparação na cabeça do próprio cliente.
E numa tabela assim, quem cobra menos sempre parece a escolha mais esperta.
A virada foi parar de entrar nessa comparação direta. Ele criou uma forma diferente de explicar o que fazia.
Deu um nome próprio ao processo dele. Não é só "eu faço o trabalho". É "eu aplico esse método, com essas etapas, nessa ordem." Um nome que só existe dentro do trabalho dele.
Pensa num personal trainer que vende "treino" versus um que vende um método com nome próprio e etapas definidas.
O segundo não é comparado com a academia de bairro que cobra cento e cinquenta reais no plano mensal.
Parece outra categoria de coisa, mesmo fazendo, no fundo, algo parecido.
"Isso muda a pergunta que o cliente faz. Antes era 'por que você é mais caro?' Depois virou 'como funciona o seu processo?'"
Não é sobre inventar uma palavra bonita para cobrar mais pela mesma coisa. É sobre organizar o que você já faz de um jeito que ninguém mais entrega igual.
Se você faz o trabalho com uma ordem específica e isso gera um resultado diferente, esse processo merece ter nome.

A terceira mudança: escolher com quem sentar
O último ponto foi o que mais me surpreendeu. Ele parou de aceitar reunião com quem só queria "orçamento."
Quando alguém manda mensagem pedindo só o valor, sem contexto nenhum, isso já mostra uma coisa: a pessoa está comparando número com número, igual comparar preço de gasolina em posto diferente.
Reunião com esse tipo de gente quase nunca fecha em bom preço, porque já começa errada.
Então ele criou um filtro simples antes de aceitar qualquer conversa. Três ou quatro perguntas que mandava antes de marcar a reunião.
Coisas como o que a pessoa já tinha tentado antes, por que procurou ele especificamente, o que esperava como resultado.
A resposta que vinha já dizia tudo. Quem entendia o valor do trabalho respondia com contexto, com detalhe.
Quem só queria o preço mais baixo respondia rápido, genérico, ou nem respondia.
O resultado foi menos reunião. Bem menos.
Mas as que sobravam eram com gente que já chegava disposta a pagar o que ele pedia, porque já tinha passado pelo filtro antes de se sentar na mesa.
Ele resumiu tudo numa frase: "eu parei de correr atrás de quem estava fugindo de mim e comecei a esperar quem já sabia que precisava de mim."

O que conecta as três mudanças
Problema específico. Processo nomeado. Filtro de entrada.
As três mudanças apontam para a mesma direção: construir, antes de qualquer reunião, uma percepção tão clara que o cliente chega já convencido.
Não porque você convenceu. Mas porque o que você representa ficou claro antes de ele sentar na mesa.
É exatamente esse trabalho que o Market ID estrutura com prestadores de serviços e profissionais liberais.
Não é sobre criar um discurso novo ou inventar um posicionamento artificial.
É sobre tornar visível, de forma consistente, o que você já entrega de um jeito que ninguém mais entrega igual.
"O que separou esse profissional não foi técnica. Foi o jeito como ele se mostrou ao mercado antes de qualquer proposta chegar na mesa."
Quando essa base está construída, o preço para de ser o centro da conversa. Porque o cliente que chega até você já chegou convencido.
A reunião não é mais sobre justificar valor. É sobre combinar quando começa.
A pergunta desta edição
Você consegue, em uma frase, dizer qual problema específico você resolve melhor que a maioria? Ou sua resposta ainda é parecida com "eu faço de tudo um pouco"?
Me responda nos comentários ou por mensagem direta. Essa conversa importa.
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