In partnership with

❝

Patrocinado por… ⤵

Ele me ajuda a manter a Inside Market ID gratuita para você. Clique e conheça.

Blu Dot surpasses 2,000% ROAS with self-serve CTV ads

Home furniture brand Blu Dot blew up on CTV with help from Roku Ads Manager. Here’s how:

After a test campaign reached 211,000 households and achieved 1,010% ROAS, the brand went all in to promote its annual sales event. It removed age and income constraints to expand reach and shifted budget to custom audiences and retargeting, where intent was strongest.

The results speak for themselves. As Blu Dot increased their investment by 10x, ROAS jumped to 2,308% and more page-view conversions surpassed 50,000.

“For CTV campaigns, Roku has been a top performer,” said Claire Folkestad, Paid Media Strategist, Blu Dot. “Comping to our other platforms, we have seen really strong ROAS… and highly efficient CPMs, lower than any other CTV partner we've worked with.”

Using Roku Ads Manager, the campaign moved from a pilot to a permanent performance engine for the brand.

Cupertino, 1997. A Apple estava à beira da falência.

Steve Jobs tinha acabado de voltar para a empresa que ele mesmo fundou, depois de doze anos afastado, e encontrou pouco caixa, ações despencando e um mercado inteiro apostando que a empresa não sobreviveria.

Concorrentes como Dell, HP e IBM dominavam vendendo computadores mais baratos e, no papel, com especificações técnicas superiores.

Na primeira reunião de diretoria depois do retorno, Jobs fez algo que os próprios executivos chamaram de loucura.

Cancelou mais de setenta por cento dos produtos da empresa.

Os diretores gritavam que a solução era o oposto, mais produtos, mais linhas, mais opções para competir em todas as frentes possíveis. Jobs discordou.

Ele tinha entendido uma coisa que a maioria dos negócios ainda não entende hoje: foco não é dizer sim para aquilo que você quer fazer bem.

É dizer não para centenas de outras ideias boas.

A Apple decidiu ser extraordinária em uma única coisa. Design, entendido não como estética superficial, mas como a fusão entre forma e função.

O resultado foi o iMac colorido que salvou a empresa em 1998, e depois o iPod, o iPhone, o iPad.

A Apple não apenas sobreviveu. Se tornou a empresa mais valiosa do planeta, aplicando, sem talvez nomear assim na época, um mecanismo psicológico que hoje eu uso constantemente com quem mentoro dentro do Market ID.

O que chama atenção nessa decisão não é a coragem de cortar produtos, qualquer consultor recomendaria isso numa crise de caixa.

O que chama atenção é a lógica por trás do corte.

Jobs não escolheu manter os produtos mais lucrativos no curto prazo. Escolheu manter apenas o que reforçava uma única narrativa sobre o que a Apple representava.

Tudo que não contribuía para essa narrativa única foi embora, mesmo que ainda desse lucro.

Essa é a diferença entre cortar por necessidade financeira e cortar por disciplina de posicionamento, e é justamente essa segunda disciplina que a maioria dos profissionais de serviço nunca aprende a exercitar.

O experimento militar que explica o comportamento do seu cliente

Na década de 1920, um psicólogo estudando como oficiais do exército avaliavam seus soldados percebeu um padrão curioso.

Quando um soldado se destacava fortemente em uma única característica, como aparência física ou porte, ele automaticamente era avaliado como superior em outras áreas completamente diferentes, como liderança, inteligência ou trabalho em equipe. Mesmo quando essas outras qualidades não tinham sido observadas de verdade.

O cérebro humano adora atalho. E o atalho mais poderoso que existe é: se essa pessoa, ou essa marca, é excelente numa coisa, provavelmente é excelente em tudo.

Esse fenômeno recebeu o nome de Efeito Halo, a ideia de que uma característica excepcional cria uma espécie de aura que contamina positivamente a percepção de tudo ao redor dela.

Décadas depois, pesquisadores voltaram a essa mesma questão perguntando se o fenômeno também acontecia com marcas e produtos, e não só com pessoas.

A resposta foi um sim categórico, e é exatamente esse mecanismo que sustenta boa parte do que eu chamo, dentro da mentoria, de engenharia da percepção.

Por que ninguém compra um iPhone pela ficha técnica

Quando você abre uma caixa de iPhone e se depara com aquele design impecável, o cérebro conclui automaticamente uma cadeia inteira de suposições que nunca foram provadas de verdade.

Se a embalagem é premium, a durabilidade deve ser premium.

Se o design é excepcional, o sistema por trás dele deve ser igualmente excepcional.

Se a experiência de abrir a caixa já é memorável, o uso diário também deve ser.

A Apple não tenta convencer ninguém de que é boa em tudo. Ela é obcecada em ser extraordinária numa única coisa e deixa o cérebro do cliente fazer o resto do trabalho sozinho.

Isso permite que a empresa cobre preços significativamente superiores aos concorrentes com especificações técnicas semelhantes, e às vezes até inferiores no papel.

Pesquisadores de Harvard mediram esse efeito e descobriram que produtos que se destacam fortemente numa única característica específica têm, em média, um aumento de trinta e sete por cento na percepção de valor geral do produto inteiro.

Sem mudar absolutamente nada na entrega real. Apenas destacando estrategicamente um diferencial e deixando ele transbordar.

Esse número importa porque desmonta um mito comum entre profissionais de serviço, o de que aumentar valor percebido exige necessariamente entregar mais coisas, mais horas, mais recursos, mais garantias.

O estudo mostra o oposto. O aumento de percepção vem de concentração, não de acréscimo.

Você não precisa adicionar nada à sua entrega para que ela pareça mais valiosa. Precisa apenas parar de diluir o que já é forte no meio de tudo que é apenas mediano.

❝

Quando você tenta ser o melhor em tudo, acaba não sendo lembrado por nada.

Volvo não tenta ser a marca mais bonita, mais rápida ou mais barata. Domina segurança, e isso transborda para tudo o mais.

Nike domina performance. Coca-Cola domina uma sensação, não um sabor. FedEx domina pontualidade.

Nenhuma dessas marcas tenta vencer em todas as categorias ao mesmo tempo.

Cada uma escolheu uma única característica para ser inegociavelmente boa, e deixou essa característica contaminar positivamente a percepção de tudo o resto.

Você não precisa ser uma marca bilionária para usar isso

A pergunta que sempre recebo depois de contar essa história é previsível. "Mas eu presto serviço, não vendo produto físico, como isso se aplica a mim?"

A resposta é que o mecanismo psicológico é exatamente o mesmo, muda só onde você vai procurar o seu ponto de destaque.

O processo que uso com mentorados tem três etapas.

A primeira é identificar o que você já faz de diferente, sem precisar ser revolucionário. Pode ser a sua abordagem, o seu método, a sua história pessoal, um jeito específico de conduzir uma etapa do processo.

A segunda etapa é conectar esse diferencial a um problema real que incomoda o seu cliente, porque um diferencial que não resolve dor nenhuma é só uma curiosidade, não um ativo de posicionamento.

A terceira é amplificar essa característica em toda a comunicação, deixando ela ocupar o centro do seu discurso, em vez de escondê-la no meio de uma lista de qualidades genéricas.

A parte mais difícil, na prática, quase nunca é a terceira etapa. É a primeira.

Profissionais competentes tendem a subestimar exatamente aquilo que fazem de melhor, porque para eles aquilo parece natural demais para ser um diferencial.

O que é óbvio para você raramente é óbvio para o seu cliente, e é justamente nesse ponto cego que mora o material bruto de qualquer posicionamento forte.

O maior erro que vejo profissionais de serviço cometerem é tentar ser bons em tudo ao mesmo tempo.

O melhor atendimento, o melhor preço, o maior resultado, a experiência mais completa, a comunidade mais ativa.

Quando você tenta acumular todos esses adjetivos ao mesmo tempo, o cliente não guarda nenhum deles na memória.

A mente humana não retém uma lista de qualidades, retém um ponto único e memorável.

Tive uma mentorada, nutricionista clínica, que se apresentava exatamente como qualquer outra profissional da área, cuidadosa, atualizada, atenciosa.

Quando aplicamos essas três etapas, descobrimos que o elogio recorrente que ela recebia dos pacientes não era sobre a dieta em si, era sobre a forma como ela conduzia consultas com pacientes que já tinham desistido de várias dietas antes, sem julgamento e sem promessas irreais.

Isso virou o centro do posicionamento dela.

Ela parou de competir com todas as outras nutricionistas da cidade e passou a ser reconhecida como a referência específica para quem já tinha fracassado em outras tentativas.

O preço da consulta subiu, a lista de espera apareceu, e a concorrência direta praticamente desapareceu.

Deixe de fazer força para convencer

O efeito mais interessante de encontrar esse ponto de destaque não é só o aumento de preço.

É a mudança na forma como você se comunica.

Quando você sabe exatamente qual é a sua característica inegociável, você para de brigar para provar que é a melhor opção em tudo.

Você simplesmente comunica com a confiança de quem já sabe, com clareza, o que representa, e deixa o cérebro do cliente fazer a mesma cadeia de suposições positivas que faz diante de uma caixa de iPhone.

Isso é engenharia da percepção na prática, e é um dos pilares que trabalho com mais profundidade dentro do Market ID.

Não se trata de mudar o que você entrega.

Se trata de identificar, com honestidade, o que já existe de diferente na sua entrega, e organizar toda a sua comunicação em torno disso, em vez de diluir esse diferencial numa lista genérica de qualidades que qualquer concorrente também reivindica.

Quanto mais você tenta parecer completo, mais parecido você fica com todo mundo que também tenta parecer completo.

Qual seria o seu ponto de destaque, aquela única característica que, se amplificada, faria o resto da sua comunicação transbordar de credibilidade? Me conta comentando no Instagram @luizfernandocarvalhorj ou no YouTube @insidemarketid, onde eu aprofundo esse tema toda semana.

Se você sente que está gastando energia tentando provar que é bom em tudo, quando poderia estar sendo reconhecido como a referência em uma única coisa, é exatamente esse trabalho que fazemos juntos na mentoria Market ID. Fale comigo e entenda como funciona.