Patrocinado por… ⤵
From invisible to first in ChatGPT.
Bob's Your Uncle has spent twenty years helping challenger brands win their categories. But when buyers asked ChatGPT about their own category, the agency didn't show up.
With ChatFeatured, their AI visibility went from 7% to 22% in 90 days, and they went from invisible to first in ChatGPT.
They're not the only ones:
Vessel: AI visibility up 2,200%+
SCOJO: AI visibility up 160%
WikiSleep: brand mentions up 113%
ChatFeatured finds the questions where AI leaves you out, writes the content that gets you cited, and reports the lift every week. Your team decides what ships.
Most customers see their first citations inside 7 days.

Existe um tipo de cliente que machuca mais do que o que critica. É o que elogia.
Ele comenta "que conteúdo incrível", salva o post, manda para um amigo e some.
No fim do mês, você abre o caixa esperando encontrar o reflexo de todo aquele aplauso e o que encontra é silêncio.
Elogio não paga escola de filho, não cobre aluguel, não fecha a folha de ninguém.
A pior parte é a sensação estranha que fica. Você fez tudo certo, recebeu reconhecimento de todos os lados, e mesmo assim a conta não fechou.
Se isso já aconteceu com você, o problema provavelmente não está na qualidade do que você entrega. Está na forma como o mercado te enxerga.
Aplauso é reconhecimento. Compra é decisão. E são coisas muito diferentes.

A plateia que aplaude e não compra ingresso
Pensa numa sala de teatro. O espetáculo termina, a plateia inteira levanta, aplaude de pé, alguém grita bravo.
Parece sucesso absoluto. Mas se você olhar o borderô, descobre que quase ninguém pagou. Entraram de graça, assistiram de graça e saíram emocionados.
É isso que acontece com muito profissional de serviço que investe pesado em conteúdo.
O público consome, aprecia, até agradece publicamente. Só que consumir e contratar acontecem em partes diferentes da cabeça de uma pessoa.
Quem está aprendendo de graça com você não sente falta de nada. Está saciado, e uma pessoa saciada não abre a carteira.
Existe uma armadilha bem comum aqui, que eu vejo com frequência nas mentorias.
O profissional acredita que construir autoridade é ensinar cada vez mais. Então entrega dicas, passo a passo, checklists, tudo o que sabe.
O público agradece, salva o material e sente que já recebeu o que precisava. Ele não contrata porque, na cabeça dele, a parte importante já foi resolvida.
Não digo que você deve parar de ensinar. Digo que ensinar sem direção transforma o seu conteúdo em um fim em si mesmo, em vez de uma ponte para a decisão de compra.
Vale olhar para o seu próprio comportamento como consumidor.
Quantos cursos gratuitos você assistiu até o fim, achou excelentes e nunca chegou a contratar quem os ensinou?
Quantos perfis você segue, elogia, recomenda para colegas e, mesmo assim, nunca pensou em pagar?
Provavelmente muitos. Isso não faz de você um mau cliente. Faz de você uma pessoa que só paga quando sente que o problema dela, e não o problema de todo mundo, está sendo olhado de perto.
Consumir e contratar acontecem em partes diferentes da cabeça de uma pessoa.

O mar de iguais é fundo
Existe um segundo motivo pelo qual o elogio não vira receita, e ele dói mais de admitir.
Muitas vezes o cliente elogia porque gostou, mas não consegue lembrar por que escolheria você em vez de qualquer outro.
Pensa no seu nicho agora.
Quantos perfis se apresentam como especialistas em alta performance?
Quantos prometem resultado consistente?
Quantos falam em método validado? Todos usam as mesmas palavras, as mesmas cores, a mesma estrutura de gancho no começo do vídeo.
Quando o cliente passa o dedo na tela, a mensagem de um se mistura com a do outro.
Você não é ignorado por ser ruim. É ignorado por ser confundível.
Isso separa duas coisas que quase ninguém distingue: competência técnica e diferenciação percebida.
Você pode ser o melhor do seu mercado e, ainda assim, parecer igual a todo mundo aos olhos de quem decide.
E quando você parece igual, o cliente tem dois caminhos: escolher o mais barato ou deixar a decisão para depois. Nenhum dos dois paga o seu boleto.
Seth Godin popularizou uma imagem boa para isso: num pasto cheio de vacas marrons, a que chama atenção é a roxa.
Não porque seja melhor, mas porque é impossível não notar. A ideia é simples e brutal. Em um mercado saturado, ser bom já não basta. É preciso ser reconhecível.
Você pode ser o melhor do mercado e, ainda assim, ser invisível para quem decide.

Tese antes de técnica
Então o que faz alguém sair da plateia e virar cliente? Na minha experiência, o que separa quem apenas aplaude de quem contrata é a presença de uma tese.
Uma dica qualquer concorrente seu copia em quinze minutos. Pede para uma inteligência artificial, ajusta o tom, publica.
Dica virou commodity. Tese é diferente.
Tese é uma forma própria de enxergar o problema do cliente, um ponto de vista que você defende e que boa parte do mercado não diz, não percebe ou tem receio de dizer.
Quando você tem uma tese, o seu conteúdo muda de função. Ele deixa de ser um cardápio de dicas e passa a ser a defesa de uma ideia.
E as pessoas se aproximam de ideias, não de listas. Elas se identificam com a forma como você nomeia aquilo que já sentiam e não sabiam explicar.
Dentro da mentoria Market ID, esse é um dos pontos mais trabalhados, justamente porque ele conecta com a metodologia proprietária.
Não se trata de inventar algo que não existe. Trata-se de olhar para a sua experiência de anos e perguntar: o que eu enxergo sobre o problema dos meus clientes que a maioria dos meus concorrentes não enxerga?
A resposta a essa pergunta costuma ser o embrião de uma tese.
O cliente não vira fã da sua técnica. Vira fã da forma como você enxerga o problema dele. Técnica se compara. Ponto de vista, não.
Dica qualquer concorrente copia em quinze minutos. Uma tese que só você defende, não.

A crença que precisa mudar antes da venda
Existe uma segunda peça nesse quebra cabeça, e ela costuma passar despercebida: a crença antiga que o cliente carrega sobre o próprio problema.
Enquanto ele acredita que o que falta é mais conteúdo, mais técnica, mais esforço, ele não te enxerga como solução. Enxerga como mais um da fila de especialistas que prometem coisas parecidas.
Você pode ter a melhor oferta do mercado, mas se ela é apresentada dentro da crença antiga, ela soa como mais do mesmo.
Imagina um consultor financeiro que atende pequenos empresários. A crença do cliente é que o problema do caixa se resolve vendendo mais.
O consultor, em vez de prometer técnicas para vender mais, mostra com clareza que o problema, na maioria dos casos, está na forma como o dinheiro entra e sai do negócio.
Quando essa crença cai e outra se instala no lugar, a conversa muda. O cliente deixa de comparar preços e passa a perguntar como começar.
É por isso que o trabalho de posicionamento não termina na frase de efeito da bio. Ele precisa atravessar a forma como você explica o problema, a solução e o que de fato muda na vida de quem contrata.
Quando a nova crença se instala, o cliente para de pesquisar, para de pedir desconto e começa a perguntar qual é o próximo passo.
Repara que isso exige coragem. Trocar a crença de alguém significa dizer, com educação e firmeza, que o caminho que ele estava seguindo não era o mais indicado.
Muita gente evita essa conversa por medo de perder o cliente. Só que o cliente que nunca é desafiado também nunca muda de lugar, e quem não muda de lugar não precisa de você.
O cliente que nunca é desafiado nunca muda de lugar.
Isso é o que eu chamo de ocupar um espaço único na mente do cliente.
Não é um nicho menor nem uma vertical obscura. É um lugar dentro da cabeça dele em que só a sua peça está em cartaz.
E quem chega até esse ponto não vem para comparar. Vem para ouvir você.

O caixa que fecha antes da conversa
Existe um detalhe curioso sobre quem trabalha com esse nível de clareza. A venda deixa de ser o momento de convencer e passa a ser o momento de confirmar.
O cliente chega com a objeção respondida, com a dúvida organizada, com a decisão praticamente tomada.
O trabalho pesado aconteceu antes: nos conteúdos que ele consumiu, nas ideias que absorveu, na forma como foi apresentado ao problema dele.
Isso também aparece em ambientes de networking, como o BNI e o Rotary.
Quem apenas é lembrado como alguém simpático e competente recebe elogios nas reuniões, mas raramente indicações.
Já quem é lembrado por uma ideia clara, por um tipo específico de cliente que atende e por um problema específico que resolve, recebe indicações com nome, sobrenome e telefone.
A diferença não está na competência. Está na nitidez da lembrança.
Faz um exercício honesto. Pega os últimos cinco elogios que você recebeu.
Agora pergunta, para cada um: essa pessoa me contratou? Me indicou? Voltou a falar comigo para resolver algo concreto?
Se a resposta for não para a maioria, não é sinal de que o seu trabalho é ruim. É sinal de que o mercado ainda não sabe, com precisão, em que momento chamar você.
Competência faz o cliente gostar de você. Clareza faz o cliente chamar você.
Qual foi o último elogio que você recebeu e que nunca virou conversa comercial? Me conta comentando no Instagram @luizfernandocarvalhorj ou no YouTube @insidemarketid, onde eu aprofundo esse tema toda semana.
Se você sente que recebe muito aplauso e pouca contratação, é exatamente essa diferença entre ser elogiado e ser escolhido que a gente trabalha dentro da mentoria Market ID. Fale comigo e entenda como funciona.

Como você avalia a edição da newsletter hoje?
Fazer login ou Inscrever-se participar


